36: seja meu servo.
Cap. 36: seja meu servo.
— Que diabos... o que faz aqui? Não sabe bater? — ele perguntou ainda calmo enxugando o cabelo, enquanto ela corava ao encarar os ombros dele descendo até o peitoral.
— Você não tem o costume de bater antes de entrar? — Sua voz saiu grave, carregada de exasperação agora a despertando de seus devaneios;
Aurora, ainda envolta em uma mistura de vergonha e raiva, cruzou os braços e apontou para ele.
— E você não tem o costume de invadir o quarto das pessoas? Entrei sem bate