Roman Ostrov
Eu a peguei pelo braço com força, o suficiente para garantir que ela soubesse que eu não estava brincando. A raiva fervia em minhas veias, e cada fibra do meu ser exigia controle. Mas o controle estava longe de ser o que eu sentia naquele momento. Enquanto a arrastava pelo corredor em direção ao quarto, as palavras saíam como veneno.
— Eu disse que você estava vestida para matar, doçura — falei, com uma calma assustadora. — Mas o verdadeiro assassino aqui sou eu.
Empurrei a por