O helicóptero começa sua descida suave em direção ao heliponto de Angra. Meus olhos não conseguem se desviar da janela; é um espetáculo de tons de turquesa e esmeralda que eu nunca imaginei que existisse fora das minhas telas de pintura. O vento das pás agita as palmeiras lá embaixo, e quando tocamos o solo, sinto um frio na barriga que não é de medo, mas de pura, indescritível euforia. O cheiro de sal, de mato verde e de liberdade invade minhas narinas, uma fragrância que me diz que estou em c