— Acorda, papai! — o Dante gritou, pulando em cima de mim com tudo.
— Calma, carinha... o pai tá meio quebrado hoje — murmurei, sentindo o ombro fisgar, mas rindo da alegria dele.
Olhei para o lado e a Ive estava de pé. Sem aviso, ela tirou a camisa, ficando só de renda vermelha. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ela jogou a toalha no ombro e foi para o banheiro com um sorriso de canto.
— Epa! Olha o passarinho, moleque! — cobri os olhos do Dante com a mão boa enquanto ela fechava a