A provocação era um jogo que eu dominava melhor que qualquer um ali. O barulho dos socos da Thamires na porta era música para os meus ouvidos — um lembrete constante de que, por mais que o Diego mandasse no morro, ele não mandava em mim.
Olhei bem no fundo dos olhos dele. As pupilas estavam dilatadas, um abismo onde a fúria e o desejo se atropelavam. A mão dele ainda apertava meu queixo, mas eu não recuei. Pelo contrário, inclinei meu rosto, colando minha boca a milímetros da dele, sentindo o c