O voo de volta para Nova York foi tenso, mas estranhamente silencioso. Daniel, o garoto de treze anos com o fardo de um segredo de pouco mais de uma década, sentou-se na poltrona do helicóptero da Fonteine, observando a paisagem urbana com a mesma calma que demonstrou ao deixar para trás a única casa que conhecera.
Eu o observei de longe. Ele não perguntou sobre sua "tutela corporativa", nem sobre o homem de terno. Ele parecia ter aceitado que sua vida havia se transformado em um drama de alto