Quando Ryuu voltou da conversa com Dario, ele estava sozinho. Seu rosto trazia um sorriso presunçoso, um contraste gritante com sua carranca habitual, o que me fez perguntar o que realmente havia acontecido.
— E o Dario? — perguntei, observando cada detalhe. Aquele sorriso juvenil era desconcertante, quase como se ele tivesse revertido anos de tensão em minutos.
— Dario achou melhor não se juntar a nós para o café da manhã — respondeu ele, sentando-se à minha frente com a calma calculada de sem