Minha mão pousou suavemente sobre o ventre, como se, por instinto, eu pudesse proteger a criança do mundo imundo que a aguardava. Meu filho jamais conheceria o lado sombrio da nossa família. Ele cresceria cercado apenas pelo carinho de tia Loretta e dos meus primos. Nunca sentiria o toque frio do meu pai, do meu avô… ou do marido de Loretta.
— Nossa dor está no passado, Ryuu — minha voz era baixa, firme, mas não conseguia esconder o medo que escorria em cada palavra. — O que fizeram conosco não