Mal havia pisado na pista quando Nitta surgiu, abrindo os braços em direção a mim, o nome que ele me dava saindo de seus lábios como um feitiço. Seus músculos se apertaram ao meu redor, mas eu permaneci paralisada, incapaz de retribuir a euforia que ele exibia. Quando finalmente se afastou, suas mãos repousaram em meus ombros, e a preocupação estampada em seu rosto era inegável.
— O que há de errado? — ele perguntou, a testa franzida.
Além do óbvio? A ironia da pergunta fez ecoar um riso amargo