Natasha Castro.
— Natasha. Natasha. Filha! — A voz da minha mãe parecia uma leve pluma lá, no fundo da minha mente. — Chame a ambulância.
Abri meus olhos, com uma leve dor na minha nuca, ao perceber que havia caído de costas. Nossa, eu desmaiei?
— Filha! Natasha. — Olhei para minha mãe e ela estava sentada ao meu lado, seu olhar era de pânico. — Filha.
Meu olhar subiu para o meu pai do nosso lado, ele estava mexendo no celular.
— Não precisa ligar, pai. Estou bem! — tentei me levantar,