Capítulo 63

O celular vibrou de novo. Eloise abriu, e a mensagem era curta, mas carregada de algo que ela ainda não sabia nomear.

Augusto Monteiro:

Boa noite. Dorme bem, meu anjo, de preferência pensando em mim.

O coração dela deu um salto. Não havia arrogância ali, só um cuidado inesperado. Anjo. O apelido caiu como um afago silencioso, íntimo demais para não a desarmar.

Mordeu o lábio, lutando contra a vontade de sorrir ainda mais largo. Digitou devagar, sem jeito:

Eloise:

Boa noite, Augusto.

Guar
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