O quarto ainda estava meio escuro quando Sofia abriu os olhos.
A primeira coisa que sentiu foi calor.
O calor do peito dele.
Thomas estava deitado de lado, um braço pesado envolvendo a cintura dela, como se o corpo dela tivesse sido feito para encaixar ali.
Por um instante, Sofia não soube se aquilo era sonho ou realidade.
Mas então, ele deslizou a mão nos cabelos dela devagar, traçando a raiz dos fios ruivos até a nuca.
— Bom dia, ruivinha. — a voz dele saiu rouca, sonolenta, que