A noite tinha sido boa.
Boa de verdade.
Sofia chegou em casa exausta, o corpo cansado de dançar, a cabeça leve pelo vinho. Dormiu rápido, sem sonhos, sem pesadelos — um descanso raro.
Quando acordou, o sol já entrava pela janela da sala.
O corpo cansado, mas a mente estranhamente clara.
A festa tinha sido melhor do que ela esperava.
Tomou um banho rápido, amarrou o cabelo de qualquer jeito e saiu do quarto em direção à cozinha.
Foi quando ouviu vozes.
Ela diminuiu o passo.
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