O carro estacionou em frente à mansão Alves.
Luzes amarelas iluminavam a fachada clássica, impecável, imponente — como a família que morava lá dentro.
Sofia respirou fundo quando Thomas abriu sua porta e ofereceu a mão.
— Você está maravilhosa — ele murmurou, baixinho, quase reverente.
Sofia sorriu, o coração batendo rápido.
— Obrigada… você também está lindo.
Thomas apertou a mão dela um pouco mais forte.
— Vamos.
Eles caminharam até a entrada.
A porta se abriu antes mesmo