Caberiam tranquilamente seis pessoas sentadas ao redor daquela mesa de reunião, mas o escritório parecia pequeno demais para a quantidade de ar que eu precisava naquele momento.
Elisabetta estava sentada à cabeceira, as mãos cruzadas com elegância forçada, o rosto atento demais para alguém que fingia calma. Pedro permanecia apoiado na parede, o celular na mão, o maxilar travado. Lorenzo andava de um lado para o outro, falando baixo ao telefone, em contato constante com Stefano.
Eu não consegu