O som das notificações unânimes ecoava nos meus ouvidos como um sinal de alerta de um desastre iminente. O silêncio do salão foi quebrado por um grito vindo do fundo, uma voz carregada de escárnio que cortou o ar como uma lâmina.
— Impostor! — Alguém gritou. — Usando um baile beneficente para lavar dinheiro e se auto beneficiar? Que vergonha, Castellani!
Algumas vaias começaram. Olhei para o topo da escada. Lorenzo estava estático. Nossos olhos se encontraram, e o que vi ali me gelou o sangue.