O corredor parecia estreitar ao redor deles. Camille manteve a coluna ereta, as mãos firmes no tecido do vestido, como se isso fosse suficiente para impedir o corpo de tremer. Mas Adam… Adam não lhe dava espaço para respirar. Não física, mas emocionalmente.
Ele deu um passo.
Depois outro.
Cada aproximação era um lembrete cruel de tudo que ela tentou matar dentro de si.
— Adam… — ela tentou, voz baixa, frágil. — Não é o momento.
Ele inclinou levemente a cabeça, como quem estuda uma expressão, nã