O corredor da UTI tinha aquele silêncio que não era paz. Camille parou diante da porta, a mão na maçaneta, mas o resto do corpo incapaz de avançar. Adam ficou ao lado dela não tocou, não apressou, apenas ofereceu aquela presença firme que ancorava.
Ela inspirou fundo, abriu a porta devagar.
A UTI estava iluminada por aquela luz suave. Lucas estava meio reclinado no leito, pálido, mas desperto. E, ao lado dele, sentada na poltrona, a Sra. Miller segurava a mão do filho com cuidado, como se ainda