Eu estava sentada na pequena mesa da cozinha, cercada por papeis e alguns brinquedos de Alice que agora preenchiam os espaços vazios da nossa nova vida.
Nosso apartamento era acolhedor, sim, mas havia sempre essa sensação inquietante de um refúgio temporário.
Por mais que tentasse me acostumar, não conseguia ignorar a pontada de saudade que teimava em me lembrar de tudo que deixei para trás.
E, junto com a saudade, a dúvida me atormentava.
Quando o telefone tocou, me pegou de surpresa, me