Sentei-me no carro, o volante praticamente moldado pela pressão de meus dedos, tão intensamente o segurava.
Eu me sentia perdido, preso entre a ansiedade e a frustração, incapaz de desfazer esse nó que parecia me consumir de dentro para fora.
As batidas do meu coração ecoavam em cada giro da chave de ignição, o motor roncando como se fosse a única coisa que me mantivesse ainda em movimento.
Tentei ligar para Alby e Alice inúmeras vezes nos últimos dias, mas era como se elas tivessem se dissol