Beatriz tentou gritar, mas sua voz não saía. Seus músculos estavam fracos, e a escuridão ao redor parecia sufocante. A última coisa que lembrava era o jardim, a paz... e então tudo desmoronou.
A figura ao seu lado continuava ali, observando-a de perto. A silhueta era indistinta, mas o tom da voz soava familiar. Um arrepio percorreu sua espinha.
— Onde... estou? — ela conseguiu murmurar.
— No único lugar onde nunca deveria ter voltado. — A voz carregava um tom de satisfação.
Beatriz tentou se mo