O amanhecer trouxe consigo uma nova camada de determinação para Elias e Lyra. O ar fresco da floresta, ainda úmido pelo orvalho da noite, parecia carregar a promessa de um novo começo. Com o amuleto de obsidiana de Elara pendurado no pescoço de Lyra, pulsando suavemente com uma energia ancestral, eles se embrenharam na mata densa, deixando para trás a segurança relativa do Coven. A jornada para o Coração da Floresta não seria uma simples caminhada; seria uma prova de sua fé, de sua união e de sua capacidade de enfrentar os perigos que espreitavam nas sombras do mundo mágico.
Elias, acostumado à eficiência e à tecnologia, sentiu-se estranhamente à vontade na natureza selvagem. Seus sentidos de lobisomem estavam aguçados, captando os cheiros da terra úmida, o farfalhar das folhas sob seus pés e os sons distantes da vida selvagem. Ele liderava o caminho, seus passos firmes e confiantes, enquanto Lyra o seguia, seus olhos curiosos absorvendo cada detalhe do ambiente. Ela sentia a magia da