Dois anos depois
O mar batia suave nas pedras, e o sol dourava a pele de Isabela enquanto ela caminhava descalça pela varanda da casa de pedra que agora chamava de lar.
A brisa trazia o cheiro de sal e lavanda — e memórias que, embora cicatrizadas, ainda vibravam em sua pele de vez em quando.
Ela usava um vestido leve, branco, quase transparente sob a luz do entardecer.
Os cabelos soltos dançavam ao vento, e os olhos fixos no horizonte denunciavam que algo dentro dela ainda pulsava com uma