Mundo ficciónIniciar sesiónGregório Lewis
Meu nome é Gregório Lewis, sou um cinquentinha que toda novinha adora. Mantenho meu corpo sarado para as novinhas não ter como recusar. Mesmo que as notas já bastassem. Sou o linha de frente de todas as minhas empresas e as que estão ligadas a mim. Manos a do insuportável do Gael. Meu pai tirou esse poder de mim, mas só enquanto ele estiver vivo, depois é outra história... Eu sou filho dele e não o Gael. Costumo não visitá-los, porque tivemos uma briga anos atrás e com o Gael lá minha vontade diminui ainda mais... Aquele garoto é tratado pelas minhas empresas e filias como um qualquer, nada daquela palavra que os pais adoram ouvir. Maldita noite que tive com a mãe dele, se eu soubesse não teria. Ele está onde chegou por mim, porque se dependesse daquela mãe dele, provavelmente estaria desempregado. Maldito álcool, mulher pobre miserável mais irresistível naquela época. Porra te desejos masculinos. Porque não me contive? Bastardo. Sempre chamo ele para ver se ele deixa de ser fraco. Ele nunca será digno do meu sobrenome, não enquanto começou a querer me enfrentar. Maldito. Depois que ele saiu, continuei os negócios com meu sogro. — Minha filha não vai aceitar! — Heitor levou suas duas mãos sobre a cabeça. — Minha mulher. Apenas detalhes. Levei uma mão sobre seu ombro, antes dele voltar atrás. Sorri. — Olha para mim meu amigo, quem não me deseja. — ele engoliu em seco — Ela vai se casar sim. Imagina, ele é alemão. Ela deve ser uma maravilha de mulher... Alta. Loira. Dos olhos azuis. Me renderá um herdeiro melhor do que aquele bastardo. — Vamos Heitor, você me conhece. — ele me olhou respirando fundo. — Vou fazer ela feliz. Melhor do que um moleque qualquer. Esse maldito não pode voltar atrás. Não é fácil assim conseguir uma boa alemã. — Como seria esse contrato? — ele murmurou. — Apenas três anos. Ele sorriu. Consegui. — Se ela não estiver feliz e você me pagar, entrego o divórcio. Vai sonhando. Ele sorriu com esperança. Deixei ele em pé sozinho e me sentei em minha cadeira. Ele nunca irá conseguir me pagar. Ele ainda parece com duvida. — Contrato assinado, dinheiro na conta automaticamente. — Fechado! O imbecil correu para apertar minha mão. — Deixe ela pelo menos terminar o ensino médio por favor? — Heitor perguntou. Bom, não quero uma burra ao meu lado. Menor de idade não vai me servir muito. Tem perigo nessa idade. — Nos veremos quando ela encerrar o colegial — ele assentiu. — Eu arco com o casamento. Seu sorriso foi maior. Depois de ter certeza que esse idiota não iria voltar atrás o acompanhei até a saída. Liguei para meu advogado de confiança o mais rápido ele montou o novo contrato. Li por segundos sorrindo. Eu nem pedi e uma alemã caiu no meu colo. Como eu sou sortudo. Assinei e enviei por e-mail para o Heitor. Deixando uma pressão disfarçada de mensagem amigável, para ele assinar logo. Não posso correr o risco dele não fazer. Sai de cabeça erguida. Ao lado da minha sala estava ela. Bunda empinada. Magra como eu gosto. Cachos ruivos sem volume... Pobre merda! Toquei minhas têmporas. Porque essas diabas são tão gostosas. Entrei fechando a porta. De costas ela se virou assustada, sorrindo quando me viu. Seus braços se abriram, segurei para ela não me tocar. Então ela tentou enfiar sua mão dentro da minha calça. Oh! Tesão. — Tudo bem querido? Seus lábios subiram pelo meu pescoço. Minha animação começou rápido. Fechei meus olhos. Afastando suas mãos e ela junto. Seu olhar foi de cachorro sem comida. — Não faça isso — falei duro. — Amor... Meus lábios juntaram os dela com raiva. Joguei ela sobre a mesa. Coisas caíram. Inferno. Minha perdição é uma vagina nova como essa. Suas pernas se abriram, entrei entre elas. Calcinha vermelha. É por isso que ela só trabalha de saia. Oh! Delicia. Seus lábios mordiscam o meu suavemente, enquanto minhas mãos deslizam sobre seu seio. Respirei fundo, enquanto ela começou a descer meu zíper. — Vou me casar. Ela travou. Seu rosto estava distorcido com o choque. Me afastei fechando meu zíper. Hoje não. — Como assim se casar? — lagrimas se juntaram em seus olhos. Lá vem mulher irritante. Melosa. — É só mais um contrato. — ela sorriu — Você vai organizar o casamento. Seis olhos se arregalaram. Seu sorriso se desfez. — Mas e eu? — ela falou baixo. — Você o que? — Você continua sendo minha foda fixa. Nada vai mudar — Não sei dizer o que significava essa expressão dela — Só quero conhecer minha futura mulher primeiro. Ela abriu a boca para falar. — Passou da hora de uma mulher digna andar ao meu lado. — falei com meu queixo erguido. Ela olhou para o chão. — Sim senhor — Murmurou. — Boa garota. — segurei em seu queixo. Ela voltou para sua mesa. Decepcionada. Não posso fazer nada, nunca jurei amor a ela. Ela sabia que eu só ia foder, ela deveria ficar feliz porque ainda vou continuar. Arrumei meu terno, informei que hoje não volto mais. Vou tirar o dia de folga. Um negócio como esse não é todo dia que a gente faz. Estou orgulhoso de mim. Merda! Porque vou ver minha prometida só no casamento. Claro. Ela não pode me ver se não vai resistir até a morte. Estratégia. Estratégia. A vida é feita disso. Entrei no meu jeep compass quatro portas, tenho que andar no estilo. Ri alto com meus funcionários assustados comigo os cumprimentando hoje. Dei partida no jeep, hoje nada tira minha paciência, vou para casa beber um pouco.






