Jack
Ah, que visão absolutamente magnífica.
Sarah está parada bem no centro da minha sala de estar, com as faces desprovidas de qualquer gota de sangue, os olhos arregalados em um pânico delicioso que ela tenta, de forma patética, mascarar.
Ela quer manter a pose de mulher valente, a postura de leoa protetora que o meu irmãozinho dourado tanto idolatra, mas eu consigo ver o tremor invisível que sacode as suas costelas.
Eu a encaro de cima a baixo, sem pressa alguma, deixando meus olhos passear