Sarah
O motor da van finalmente morreu, e com ele, qualquer ilusão de que este pesadelo pudesse ter um desfecho brando.
Eu estava no chão de metal do veículo, com as mãos presas à frente do corpo pelas algemas frias e a cabeça sepultada na escuridão asfixiante daquele capuz preto.
Eu não conseguia ver nada, mas meus outros sentidos estavam aguçados pelo pânico. O cheiro de ferro e pólvora que vinha da cabine da frente,o rastro da morte daquele motorista, ainda impregnava o ar, embrulhando