Sarah
Eu andava de um lado para o outro pela sala de estar, sentindo o coração espremido em um punho invisível.
A respiração vinha curta, arranhando a minha garganta, e o desespero rasgava o meu peito a cada minuto que o relógio avançava sem notícias do meu filho.
Minha mãe, meu pai e a Kate tentavam, em vão, me cercar, me segurar, me acalmar. Eu ouvia suas vozes distantes, abafadas, como se eu estivesse submersa debaixo d'água, mas nada conseguia me alcançar. Nenhuma palavra de conforto