Era sexta-feira à noite em São Paulo.
Isabella havia terminado o terceiro dia de gravações com uma sensação boa. A matéria sobre as costureiras clandestinas estava ficando forte e sensível ao mesmo tempo. Depois de editar o material no quarto, ela tomou um banho demorado, vestiu um vestido preto simples, mas elegante, que marcava discretamente o corpo, e decidiu que não queria passar a noite sozinha.
Pegou o celular e enviou uma mensagem para Alexander:
“Isabella: Oi, Alex. Terminei o trabalho