O despertador tocou às 6h15 da manhã. Isabella abriu os olhos no quarto antigo da casa da mãe em Campinas, o coração já acelerado antes mesmo de lembrar onde estava. Era o primeiro dia no novo emprego: repórter investigativa na TV Campinas. Depois de meses de reconstrução silenciosa — caminhadas matinais, conversas com a mãe, noites escrevendo matérias pequenas para portais regionais —, ela havia aceitado o cargo. Não era Nova York. Não era o glamour de grandes investigações nacionais. Mas era