Isabella estava sentada na varanda dos fundos da casa da mãe, balançando devagar na cadeira de madeira velha que rangia a cada movimento. O ar de Campinas à tarde era quente e úmido, carregado do cheiro de terra molhada depois de uma chuva rápida. Ela segurava o celular novo — o que Alexander havia dado meses atrás —, olhando para a tela como se ele pudesse dar respostas que ela mesma não encontrava.
Kelly estava ao lado dela, pernas cruzadas na outra cadeira, tomando um copo de suco de maracuj