A luz da manhã entrava pelas persianas do apartamento de Débora, cortando o chão em listras douradas. Isabella acordou com o cheiro de café fresco e o som de Débora cantarolando uma música pop antiga na cozinha. O sonho ainda estava fresco na memória — tão vívido que ela sentia os corpos dos dois irmãos pressionados contra o dela, o contraste entre o controle de Alexander e a selvageria de Dante. Ela se sentou no sofá-cama, esfregando os olhos, tentando afastar as imagens. Mas elas grudavam com