Isabella acordou de repente no sofá-cama de Débora, o corpo coberto de suor frio, o coração disparado como se tivesse corrido uma maratona. O apartamento estava escuro, só a luz fraca do poste da rua infiltrando pelas persianas. O relógio no celular marcava 3:47 da manhã. Ela respirou fundo, tentando acalmar o peito que subia e descia rápido demais.
O sonho ainda estava vivo na mente dela, tão real que sentia o gosto dos dois na boca, o peso dos corpos sobre o dela, o cheiro misturado de sândal