Eu estava diante do espelho do banheiro do corredor, observando meu próprio reflexo como se ele pudesse me dar alguma resposta que eu ainda não tinha coragem de formular em palavras. Meus dedos brincavam distraidamente com o fecho da corrente de prata no meu pescoço — a mesma que Alec tinha me dado no meu aniversário de dezessete anos, simples, delicada, com uma pequena estrela pendurada. Eu tinha passado anos sem usá-la, guardada numa caixinha qualquer, como quem tenta esconder uma parte da pr