— Ei, filha. Está tudo bem? Você parece ofegante. — A voz do meu pai veio calma, mas carregada de preocupação pelo outro lado da linha.
— Eu... estou bem. Só achei que fosse algo sobre a Lily. — Respirei fundo, tentando empurrar o nó da ansiedade para longe.
— Ah, entendi. Eu fui vê-la hoje. — Ele fez uma pausa como se procurasse as palavras certas. — Como ela está? Alguma melhora?
— Está bem, querida. Ainda na mesma, mas melhor. — As palavras dele foram um pequeno alívio. — Os médicos continua