A cozinha era pequena, mas carregava um calor acolhedor. O vapor do molho subia lentamente, preenchendo o ambiente, enquanto Elif mexia a panela com movimentos automáticos — sua mente estava longe dali.
Dilara, do outro lado, organizava a mesa com cuidado quase excessivo. Não era sobre os pratos. Era sobre tentar manter tudo sob controle.
— Fico tão feliz pela sua cunhada… — disse, mas sua voz carregava algo além da simples alegria.
Elif soltou um leve suspiro antes de responder.
— Você não faz