- Ana, como pode me ver e nem me cumprimentar? Mas, afinal, você prefere me chamar de tia ou cunhada?
Rafaela observava o semblante aterrorizado de Ana com um prazer perverso. Parecia que, apesar de seu rosto ter sido desfigurado no passado, isso pelo menos havia incutido um medo profundo em Ana.
Ana recuou até a porta, tocando discretamente a maçaneta. A porta não estava trancada, o que lhe deu um pouco mais de confiança.
Mas Rafaela parecia ter percebido seus pensamentos.
- Não pense em fugir.