O castelo parecia interminável. Nós caminhávamos pelos corredores vastos e silenciosos, o som dos nossos passos abafado pela espessura das paredes de pedra. A cada esquina, uma nova sala se abria diante de nós, mas nenhuma parecia esconder o que nossos sentidos procuravam. A sensação de cansaço era quase insuportável, mas não podíamos parar. Ivy e eu já tínhamos andado o dia inteiro, explorando cada canto do castelo, tentando sentir a tal energia mágica que os instintos lupinos de Ivy haviam de