(Renata Pelegrini)
— Cof-cof! — Desperto sentindo o meu rosto molhando, a água fria entrou pelo meu nariz. Isso arde.
— Pensei que não ia mais acordar. — A voz de um homem desconhecido fala perto de mim, obro os olhos e o vejo com um balde na mão.
— O que você quer? — Pergunto com a voz fraca, o meu corpo inteiro ainda dói.
Ontem, eles entraram na sala onde eu estava, assim que a porta abriu eu tentei fugir, mas antes que eu alcançasse a porta tomei um soco tão forte na boca do estômago que sen