Helena fechou a porta do Café Aurora com cuidado, sentindo o peso do dia em seus ombros, mas também uma leveza estranha no peito. O relógio marcava pouco depois das sete da noite, e as luzes quentes do estabelecimento começavam a se apagar lentamente, deixando apenas o brilho suave das lâmpadas sobre o balcão. Bianca estava sentada em uma das cadeiras altas, mexendo distraidamente no celular, mas levantou os olhos quando percebeu Helena entrando com a bolsa ainda pendurada no ombro.
— Então… co