O silêncio depois do encontro não trouxe alívio. Trouxe pressão.
Isabela sentia. Não como medo, mas como antecipação. Ele não ia desaparecer, não depois de ter deixado tudo tão claro.
— Ele não vai esperar muito — disse ela, ainda na varanda.
Henrique encostado ao lado.
— Então a gente não espera também.
O olhar dela permaneceu na cidade.
— Ele não joga no mesmo ritmo.
O silêncio caiu, mais técnico, mais perigoso.
O primeiro movimento veio no mesmo dia, sem aviso, sem anúncio.
Henrique recebeu