Isabela não se sentou de imediato.
Permaneceu de pé por alguns segundos, analisando. Não o rosto, nem a postura, mas a sensação.
Era diferente.
E isso, por si só, já era um alerta.
Ele não desviou o olhar. Também não insistiu. Apenas esperou, como se tivesse certeza de que ela não iria embora.
Isabela puxou a cadeira e se sentou, sem pressa, mas sem recuar.
— Você me chamou até aqui, então fala.
O tom firme, direto.
Ele apoiou levemente as mãos sobre a mesa.
— Você não gosta de perder tempo.
—