O sábado amanheceu com um ar diferente.
Helena percebeu isso ainda deitada, antes mesmo de abrir os olhos. Havia algo no silêncio da manhã que não era comum — uma expectativa sutil, quase elétrica, como se o dia estivesse prestes a revelar algo importante. Talvez fosse apenas o nervosismo pelo evento da noite. Talvez fosse intuição.
O celular vibrou na mesinha de cabeceira.
Laura.
— Bom dia, futura convidada da alta sociedade — a voz animada da amiga soou assim que Helena atendeu. — Está pronta