— Leandro, eu sei que a Esperança foi até você hoje, e eu posso explicar essa situação...
Marília tentava desesperadamente se afastar do toque do homem, mas não conseguia empurrá-lo.
O homem segurava sua nuca com firmeza, pressionando os lábios vermelhos dele contra os dela, mordendo e beijando sem qualquer consideração. Sua voz rouca e sensual continuava a zombar dela:
— Não precisa explicar, você me usou como ferramenta de vingança, mas eu não tenho o que perder. Uma beleza como a Srta. Maríli