A assistente já acompanhava Esperança havia três anos e ainda tinha o número de telefone de Marília. Antes, sempre que acontecia algo com Esperança, ela era a primeira a ligar para Marília.
Naquela época, como Marília protegia Esperança! E agora, Esperança realmente acabara saindo no prejuízo.
— Cala a boca! — Lançou-lhe um olhar feroz.
A assistente, já acostumada, não respondeu.
Esperança olhava na direção de Marília, tomada pela inveja. Tinha acabado de vê-la recebendo aquele buquê de flores.