— Mãe, não me mate!
Marília acordou, suando bastante, e ficou estática por um bom tempo. Sentou-se na cama e, com as mãos tremendo, procurou acender a luz sobre o armário. Quando a luz acendeu, ela finalmente conseguiu distinguir o quarto.
Era um hotel.
Era mais um pesadelo.
Marília tocou o pescoço, sentindo uma dor intensa, e sua garganta também doía.
Ela imediatamente desceu da cama, pegou uma garrafa de água mineral, abriu a tampa e bebeu grandes goles, aliviando gradualmente a dor e a sensaç