— O hospital não tem só a mim como médico.
— Mas foram procurar justamente você. Algumas pessoas chegaram a pegar trem de outras cidades só para te ver.
Marília pensou na tia que esperava do lado de fora da sala de cirurgia pela criança. Comparado a alguém passando por uma cirurgia, ter febre realmente não era grande coisa. Ela mesma já tinha ficado sozinha assim antes.
Era só descansar uns dois dias que tudo melhorava.
Leandro a olhava com o coração apertado, como se estivesse cheio de algodão.