Na segunda-feira, eu tomei uma decisão extremamente racional.
Evitar Adrian Volkov.
Completamente.
Em todos os níveis possíveis.
Era uma estratégia lógica.
Eficiente.
Necessária.
Principalmente considerando que meu cérebro, aparentemente, havia decidido parar de funcionar corretamente sempre que ele se aproximava a menos de um metro de distância.
Então, eu fiz o que qualquer pessoa equilibrada faria.
Cheguei quarenta minutos antes do meu horário.
O prédio ainda estava parcialmente vazio, o que