A primeira coisa que eu percebi ao acordar... foi o silêncio.
Não o silêncio confortável.
Mas aquele silêncio hospitalar, limpo demais, organizado demais... que sempre parece esconder alguma coisa.
A segunda coisa foi o teto branco.
E a terceira...
— Finalmente!
Fechei os olhos imediatamente.
Errado.
Eu conhecia aquele tom.
— Alice... — murmurei, com a voz ainda arrastada, como se cada palavra precisasse de autorização prévia do meu cérebro.
— Não "Alice" com esse tom de quem voltou da morte, S