O verão amadurecia o campo. As tardes eram longas, cheias de luz, e o calor fazia o ar tremular sobre a estrada de terra. A Casa das Águas seguia viva, pulsante, e o sítio de Isadora tornara-se parte da paisagem da vila — um ponto de referência, um abrigo discreto. O tempo agora se movia em círculos suaves, como se cada estação se dobrasse sobre a anterior sem pressa.
Isadora acordava com o som do rio e o murmúrio distante dos pássaros. Já sabia distinguir o canto de cada um — o joão-de-barro,