Mundo ficciónIniciar sesiónNo todo pasado queda alli, para Sam debió empezar y lo hizo pero no cero bien la puerta solo que esta vez el que la abriera encontraria una Sam totalmente difrente y sobre todo no estaba sola. Un amor que ella no queria pero la vida le queria explicar que no todo amor duele tanto como el primero el, lo perdio todo y sabia que no amaria jamas asi pero el ser torpe lo llevo a cometer errores y se enamoro aunque eso le doliera mas que su primner amor.
Leer másQuando abri os olhos e bati a mão no despertador do meu celular ultrapassado, pelo motivo que segundo mamãe é “Você é uma droga de filho, Luis!”, pensei que ainda devia estar dormindo. Sério, minha cama me envolvia com carícia, conforto, ternura… que merda de motivo me levaria a abandonar isso tudo pra encarar pessoas tão feias e sem graças enquanto ao mesmo tempo teria que escutar uma velha megera que sofre de falta de marido e desconta isso sem nem um pingo de delicadeza… em mim! Por que eu deixaria a Srta. Daisy para isso? Sim, eu batizei minha cama de Daisy.
É claro que ainda não é levado a sério nenhum adolescente de 17 anos que faz rebeliões e manifestações por não querer abandonar a Daisy, mas confie em mim, o mundo evolui cada dia mais.
Fiquei alguns minutos a mais do que devia sentindo a Daisy me tocar, desejando ser dela e ela minha para sempre. Amor eterno amor. Quebrei o feitiço estendendo a mão, acendendo a luz e me sentando na minha amada.
Depois desses momentos aflitivos, fiz a mesma coisa que eu fazia de segunda a sexta, e que muito provavelmente você também faz. Tomei um banho, escovei os dentes, vesti uma roupa qualquer, com velhos tênis Vans qualquer, me encarei no espelho, sem dar muito atenção por já estar acostumado a ver a coisa bizarra refletida nele.
Enfiei os dedos entre os fios, alisando, depois joguei uma mochila nas costas. Para se resumir, e resumir o que você também faz, eu fiz minha higiene matinal. Magnífico, não?
— Você está horrível — falou minha irmã, Clary, quando me viu.
Me joguei na mesa de café da manha.
— Você é horrível — rebati e dei um sorriso de canto. Mordi uma maçã, e depois enfiei uma colher de Nutella na boca, seguido de um suco de caju, dois pães e um Muffin.
— Você come igual um porco — alfinetou Clary.
— Você é uma porca — arrotei.
Ela franziu a testa, fez uma careta, arrebitou ainda mais o nariz, igual o meu. Clary tinha cabelos loiros tingidos num tom dourado, olhos castanhos e uma chatice que fazia eu me segurar pra não esfregar a cara dela num asfalto quente e honrar o velho ditado de “Homem que b**e em b**e em mulher é covarde”. Mas no momento, eu quem sempre havia levado umas da minha irmã. Será que existe essa de “Mulher que b**e em homem é covarde’? Não, né, temos que ver isso aí, se não eu acrescento Mulher b**endo em homem é covardia, junto com Dormir na Daisy infinitamente, na minha listinha de manifestos e rebeliões para um país melhor.
— Você é…
— Hoje não, Clary, deixe seu irmão em paz — interrompeu mamãe. — Luis Stanford Grey, você está atrasado para a escola.
Minha irmã sorriu, como sempre fazia, como que para me lembrar que ela já havia terminado seus estudo no Inferno Onde Luis Grey Ainda Frequenta.
— Tudo bem — atirei a colher cheia de Nutella no meu prato, contendo risinhos quando um pouco acertou a testa de Clary.
— Você não presta! — rosnou minha irmã.
Sorri com escárnio.
— Eu sei!
Minha mãe me encarou feio. Pense bem, quando sua mãe te olhar feio, nunca faça ela olhar horrível, não se sabe o quanto isso pode deixar as coisas piores.
— Seu pai acha que um colégio interno na Suíça para você não seria má ideia — comentou ela, com frieza.
— Certo. Entendido, madame — dei um beijo estralado na bochecha dela.
~~~ // ~~~
Apaguei o cigarro com o calcanhar no exato momento em que o sinal bateu. Entrei na escola, me misturando com centenas de outras pessoas, rapidamente consegui localizar Greg e Anna em frente aos armários, conversando baixinho.
— Ei — falei tediosamente.
— E aê — falou Anna, sorrindo.
— Você veio! — ironizou Greg.
— Não, Greg, estou lá na esquina ainda, não está vendo?
Eles sorriram. Anna era morena e alta Greg tinha a pele clara, olhos verdes, e cabelos cortados em estilo escovinha. Anna era tímida e calma, Greg tentava constantemente se enturmar com os babacas metidos do colégio, coisa que sempre me tirava do sério.
Destravei meu armário e tirei minhas coisas.
— Tudo bem em casa, Anna? — indaguei enquanto organizava meus materiais.
Ela colocou uma mecha dos fios atrás da orelha.
— Melhor impossível. Agora não é mais bar de strippers, e sim só um puteiro. Legal, né?
— Epa, e você ainda não faz parte disso? — brincou Greg.
Anna o encarou ofendida.
— Eu odeio, odeio você — sussurrou e saiu andando, como se nada tivesse acontecido.
Fiquei com pena. Greg era cruel. Anna era um doce. A realidade é que se Greg não fosse tão, tão, tão mané quanto eu, ele estaria se sentando nas mesas dos populares. Mas ah é, ele era um perdedor. Nós éramos.
— O que foi que eu disse? — resmungou ele.
Fechei meu armário.
— Bem, você é um péssimo amigo.
Começamos a andar em direção as salas de aulas.
— Sou seu melhor amigo, cara! — ele fez voz dramática.
Ri.
— Por falta de opções, né?
Greg fez um muxoxo. Mas era mesmo verdade. Se pudesse, estaria naquele momento paparicando Chad Oliver, do time de futebol, e pegando Leslie Green, mas, espera aí, ele era um bocó.
— Viu a garota nova? — perguntou.
Garotas. Está aí um assunto delicado.
— Não — murmurei.
Eu não estava muito afim de pensar em garotas.Principalmente quando a sua Ex está se agarrando nesse momento com um qualquer no corredor, na sua frente. Se agarrando tanto, que digamos, tudo o que faltava para eles não se comerem ali mesmo era a presença das roupas.
Tentei focar a visão em qualquer merda de lugar. Menos ficar olhando aqueles dois. Droga, droga, droga.
Christinne Albertany, espero que você pegue herpes.
— … fogo, e não parece uma vareta em combustão como a Christin. Tô te falando, ela é totalmente gostosa, mas não olharia para caras como você, deve já ter se juntado com os popularzinhos.
— Uhum. Legal — assenti distraidamente. Aquela filha da mãe teve…
— Ouviu o que eu falei? Eu acabei de xingar sua Ex e você só diz ”Legal”? Olha, já pensou se a aluna nova cai na mesma…
— Tá, tá, essa é minha deixa para o inferno, mano. Tchau.
Abri a porta do laboratório de química. Era totalmente branco, e todos já haviam chegado e já usavam o maldito colete branco que pinicava e o óculos transparentes brega. A sra. Figgs me fitou com tédio, e eu fitei a sala com tédio, procurando um lugar para me enfiar. E todo mundo me encarou com tédio. Todos já em duplas, menos uma garota de cabelos tão vermelhos quanto fogo. A única que não me fitava com tédio. Ela sorriu, e eu me perguntei por que diabos ela estava sorrindo numa segunda-feira de manha, justo na aula da cara de ratazana.
— Hm, vish, dona Figgs. Não tem lugar pra mim — titubeei. — Hã… tchau?
A expressão de tédio dela aumentou.
— A srta. Winters vai adorar fazer dupla com você, sr. Grey — ela apontou para a srta. Sorrisos.
O sorriso dela aumentou.
Tudo bem, vamos lá, é só uma garota, com certeza muito diferente de Christin. Então por que ela sorria tão igual?! Como se gostasse de mim, quando eu sabia que era só uma máscara. Xinguei baixinho e caminhei até lá, como caminharia rumo a uma toca de onças.
— Você deve ser Luis Grey — ela piscou. Voltou a sorrir. — É claro que você é Luis Grey!
Tudo bem, quando sorriu para mim, Christin não sabia meu nome. O que muda as coisas de:
A) Christin é uma p**a;
B) Srta. Winters é uma p**a.
Para:
A) Christin é uma p**a;
B) Srta. Winters é uma p**a que sabe nomes e que tem um sorriso totalmente lindo.
NarradorLlegó el día el juicio, Víctor quería todo lo que le causará dolor a Sam ese amor destructivo no lo dejaba o pensar entender que detrás de esa mujer estaba su hija, esa hija que aún hoy le cuesta mucho reconocer.Estos años el no podía admitir que Issa era fruto de ese amor que un día se tuvieron, el paso mucho para poder comprender que amaba a Sam, pero ese fantasma de Natalia jamás lo dejo en paz.Todos están en la sala, solo que Sam está con el que hoy es su esposo.La jueza entra pidiendo por favor se sienten para comenzar .— Estamos por una audiencia de patria potestad del señor Víctor Arek contra Samanta Nuñez este juez abre la sesión, el abogado acusarte comienza.—El abogado de Víctor conocido como un tiburón en el ambiente jurídico.—Bueno, estamos aquí hoy por algo tan simple como el amor, si así es el amor de un padre a su hija, el amor que una madre le niega a su hija y por qué digo esto, ya que no está la aquí solo para creer en mi palabra, aquí le dejo las prue
LucLos días pasaron teníamos días muy buenos, mi madre estaba bien el juicio se acercaba pero sobre todo teníamos esas miradas esos montos que solo heramo ella y yo .Mi confesión sirvió para que viera esta parte de mí que solo la quería a mi lado debía ceder si pero tenía todo controlado le daría todo el dinero que el quisiera.Solo quería que la dejara en paz .—Madre hoy deberíamos d eprepara lo del ...—entró a la sala los niños están en el colegio trato de estar en la casa para que cada minuto valga la pena pero ella no responde y cundo debió mi mirada la veo allí en el suelo.Corro para levantarla .—¡Alfrd!—grito para que alguien venga, pero la cerco a mi cara para que nos ea lo que creo y no me animo con temor trato de tocarla pero nada .—¡¡AUXILIO UHN MEDICOOOOOO!!—la tomo en mis brazos apretándola fuerte cuando reacciono, la dejo y comenzó hacer rsp para que esté con respiración en eso las chicas de la cocina y todos me miran tapan su caras algunos lloran, pero nadie hace n
SamLa decisión que había tomado antes de nada ya era dura, tenía muy en claro que ese hombre del cual se alejó hoy volvía por ella.Pero ya no estaba sola, ella tenía una familia.La noche llegó jugo toda la tarde con los niños tomo café con Nora esta mujer, era muy inteligente.— La cena de hoy es algo especial para mí.— dice Nora, la madre de Luc.—Si sabes no te he contado, pero mi vida no fue nada fácil antes de conocer al padre de Luc y tenerlo pase por malos amores que hoy me hacen ser quien soy.——Si esa es la causa, es una mujer muy afortunada y hermosa persona.— de verdad está mujer es maravillosa adoro como quiere Ami hija desde el primer momento ella fue muy dulce.—Quiero saber si está en pie lo que te pedí aquel día.——No lo dejaré solo así este en contra el mundo, yo seguiré a su lado aún en los mementos que quiera estar muy lejos de él.——Creo que se deben una conversación sincera —— No puedo ahora, ya que seguro lo que debe hacer lo lastima——Volverás con el papá de
NarradorEn la sala estaban los niños mirando sus dibujos preferidos, se llegó a escuchar desde el estudio un estruendo por lo cual la madre de Luc con disimulo saco a los niños al patio con la escusa de hacer burbujas de jabón.Mientras tanto en el despacho la dirección que llevaba Luc con el abogado cada vez se volvía mas intransigente de parte de Luc.—¡Como mierda se supone que es un buen padre si no la vio por casi dos años?!—el abogado explicaba cosas que Sam si lograba comprender, pero Luc no .—Samanta dime que comprendes que sus derechos no dejan de existir.—Lo se y lo comprendo pero se también que la tomara como trofeo el no la a vito en dias niquiera pide hablar con ella cundo se acerca a mi es para molestame.——Y si nos vamos del país.——No , eso hoy en dia sería un error el de por si ya tiene el hecho que Sam se mudó y jamás le comunico su nueva dirección por eso perdió contacto con la niña , y en en esta petición va ir con todo Sam.——Marco es una broma ers mi abogado
SamLos día vienen pasando hemos acompañado a su madre a terapia, las cosas en el coleguio aun siguen un poco extrañas pero nada que no pueda resolver.Estoy en el salón colocando unos pegatinas para que los niños comiencen a contar más de 100 si son niños que se le debe cultivar la mente.—Perdona Sam llego esto para ti.—mi amiga me entrega un sobre y cundo miro es una citación judicial.Tomo el papael y se de quien biene lo que no sabia, era lo que pedia.El muy maldito pide la patria potestad de Issa cosa que no pasara jamás ante lo mato.Me quedo allí mirando el papel.—Sam quieres algo, quedaste pálida.——No es que sabía que podía pasar, pero no tan ponto.——Si necesitas salir hazlo .——No, no saldré no le dar motivos a nadie para que terminen de expulsarme de mi puesto de trabajo gracias pero estoy bien.—Guardo la carta en mi bolso, los chicos entran del recreo y trato de que ellos en saquen ded este mal rato .La clase pasa muy bien, todo están atentos y por fin llega la hora d
LucTodo paso muy rápidas quisas mis malas decisiones nos tienen, pero no soy un hombre el cual le gusten que lo comparten .Entiendo que sus experiencias no sean buenas, pero que más da yo no debo por qué cargar con esoSalgo de la habitación, nos casamos y ya estamos peleando voy donde mi madre juega con los niños—¿Está todo bien ?—— Excelente por qué no abría de estarlo — La miro le doy una sonrisa de verdad todo es por ella— Y la fiesta sigue en pie espero ——Si solo debes adelantarla un poco—Mi madre sabe todo lo que dure y Haré.——En ocasiones como esta es que me arrepiento en decirte .—— No madre, tardaste demasiado en decirme ni se te ocurra, ocultarme algo mas y no te preocupes por mi .——No es que sabía que no lo tomarías bien y tuve razón te casate corriendo con una mujer que merecía mas que eso estas teniendo actitudes sorpresivas irracionales y sabes que paso la última vez que estuviste asi .——Estoy cansado que comparen todo lo de la mamá de Inti fue diferente mama





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